sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Estive a ler as resoluções para 2014.

Ora então, tenho uma bimby, o carro e iPad.
A nono nasceu. Vou ser madrinha pela 1a vez.
Perdeu-se uma tia e uma tia emprestada pelo caminho.
A minha avó esteve quase a ir ter com elas mas lá se aguentou à bomboca.
Não viajei para lado nenhum excepto para casa.
Não fui aumentada.
Perdi amigos. Ganhei outros muito melhores.
Fiquei filha de pais divorciados, mas não tenho beneficiado monetariamente com isso (não percebo nada disto) :p
 Os KG continuam os mesmos. Agora se perder dez é melhor ainda.


Então para 2015:

Saudinha para mim e para os meus.
Mudar de casa.
Ter um cão grande, labrador ou golden para fazer companhia à mimi e a mim claro está.
Uma viagenzita só para adoçar a boca e calar a minha vontade. Cuba.
Voltar a dançar salsa.
Deixar de ter mau feitio.
Ser mais enérgica.
Ser mais optimista.
Lembrar-me todos os dias que sou uma sortuda.
Tentar andar mais de vestidos, saias e salto altos. (Parece que me ficam bem)

E pronto é só.






domingo, 21 de dezembro de 2014

No meio dos receios e incertezas, uma boa notícia. 
A Leonor nasceu. 
Mais um membro desta família.
Sempre gostei de conhecer primos novos. 😉😘😍 


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014


Fora duas semanas atribuladas.
Muitos nervos, preocupações, noites mal dormidas e a sensação de impotência.

A minha mãe diz que nada é por acaso.

Talvez tenha ido para estar mais tempo com a minha avó que luta pela vida. 
Sim, luta. É uma lutadora e das grandes.

Há anos que vivemos a ouvir que ela vai durar pouco e ela contraria todas as probabilidades e saberes científicos, e cá tem andado. Teimosa até nisto.

Fui a neta que mais aproveitou, acompanhou e aprendeu com ela. Ela vive a minha vida sentada naquele cadeirão, agora cadeira de rodas, como se fosse a dela. Fica à espera de um telefonema meu todas as noites para saber as novidades.

Nada é por acaso, certo? Ficou viúva. Eu nasci. Tomou conta de mim. Terei sido um motivo para se agarrar à vida quando esta lhe virou as costas? Talvez.  

Agora, numa instituição, porque não há meios para a poder ter em casa, resiste ao peso dos 87 anos e muitos problemas de saúde. Resiste.

Desta vez vejo a coisa muito feia. Muito feia mesmo. Vim a achar que a vou perder. Na verdade sempre que nos despedimos fico com a sensação que é a ultima vez que a vou ver.  

Ela sofre e sofre toda a gente à volta dela. Eu sofro a e eventual morte dela desde que em lembro de ser gente. Estupido. Chorar por quem está vivo por se ter medo que morra. 
Não há preparação possível. Não mesmo. 



sábado, 15 de novembro de 2014

Como se a vida passasse e eu não a vejo. Os dias, meses, estes últimos anos têm passado tipo flecha. 

Se é bem conseguido uau, sabe bem. Se corre mal, fica o sabor ao falhanço, ao insucesso. Se correr muito muito mal a flecha destrói-se e pode mesmo aleijar. Deixa marcas. Assim como o tempo. 

Já me sinto tão marcada, no alto dos meus 26 anos. 


Tantas felicidades e infelicidades. Têm-me feito o que sou hoje. Eu Rita, sou o que tenho vivido. :)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Ronrons. Cabeca aninhada no meu queixo. Patinha à volta do meu pescoço. 
Fofinha da dona :)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014




Mar calmo nunca fez bom marinheiro



Pois é isso.. 

Pensar que são provas da vida. 
Provas que estamos à altura. 
Que crescemos. 
Que nos tornamos melhores e mais fortes.

"A vida" não se devia chamar vida. 
Devia chamar-se "o jogo". 
No fundo a vida troca-nos as voltas.
 Prega-nos rasteiras. 
Um dia estamos a ganhar noutro a perder. 
Tal como um jogo. 



Aprende-se sempre alguma coisa. 
Nem que seja que nada nesta vida é certo e que tudo num dado momento nos pode fugir ao controlo.





[esta do "dado momento" saiu um bocadinho afrancesada, mas não achei nenhuma palavra em português ]


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Oh naaaaoooo. 

Agora são os impostos da casa. Recebi hoje :(

Vou ficar offline durante uns tempos, aí vou vou!!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Estava um sossego tão bom aqui por casa... 
Estava eu encostada nas almofadas com  saco de caroços quentes nas costas, mesmo zen...
Até levar com uma mordida no dedo grande do pé para me acordar para a vida. 

Sacana agora dá-lhe para morder quando é contrariada ou quer chamar a atenção. 
As unhas já foram cortadas hoje porque já arranhava, estou para ver se lhe tenho ainda de tirar os dentes :p

sábado, 27 de setembro de 2014

Ando há anos para partilhar isto.

Nunca percebi do que sou feita, ou se o meu corpo é diferente do corpo dos outros. 
Sinto uma necesside quase fisiológica de chorar. 
Preciso chorar mesmo sem motivo aparente.
Choro porque me apetece chorar e assim desabafo comigo mesma. 
Loucura talvez. 
Ou forma de meditação com soluços como banda sonora e gosto a sal. É um ritual.  
Cada suspiro é um quilo a menos na minha alma.
É um alívio tão grande. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Dois anos de França.



Muita coisa mudou. Espero que muitas mais mudem. Que eu continue a mudar.

Quero e vou voltar um dia para Portugal, mas não será agora. Sempre esse o pensamento.

Poderia escrever o meu descontentamento por ter saído do meu país, o que passei, as lágrimas que chorei, a tristeza que senti... Mas não. Estou em paz comigo mesma por isso não vale a pena.

Passei um dia calmo, sem preocupações, sem o peso do dia. Até à piscina fui depois de tanto tempo.
É um dia importante claro, mas sem negativismo.

Para a frente é que é o caminho, sempre andando e espreitando.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mais um fim de semana que passou.

 No sábado passei o dia todo na Disney com a tia e os primos do cheri, e claro o cheri. Somos dois apaixonados por aquele mundo. Vibramos que nem parvinhos, sim fazemos mesmo cara de parvos, a ver aquelas atracções. Valha-nos o passaporte anual.
Ando a testar os meus limites. Tenho feito tudo! Sou uma valentona! (Já sai de alguns com dificuldade em andar, tal é a minha descarga de adrenalina, mas isso fica só para nós).
Ficamos pela primeira vez até ao fogo de artifício. Bruuutaaaal! Vamos voltar agora só à noite para ver os fogos e tentar ver mais de perto para não perder pitada.

Cheguei a casa morta. Tanto que se anda e espera em pé.. Filas enormes. É sempre a mesma coisa. Sempre a abarrotar (devem fazer milhões so num dia)

Ontem foi dia de ter amigos em casa. Uns nortenhos muito fixes. Fartamos-nos de rir. São mesmo uns porreiros!

Passou depressa este fim de semana. Passam sempre depressa quando fazemos os que gostamos e estamos com quem gostamos.

Vá agora de volta à realidade, vais bolir à noite que te lixas!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Como é possível uma pessoa se habituar em duas semanas a estar de férias e lhe custar tanto a voltar ao trabalho. Estava capaz de voltar à boa vida.