Eu até gosto das minhas colegas do w. Mas irrita me tanto que andem a controlar as minhas horas.
Estilo quantos dias de rtt e de rc me restam. Se com os meus horários para o mês fico com horas ou não.
Fogo.
Irritam me cá de uma maneira. Eu quero lá saber se ficam com horas positivas ou negativas.
Preocupo me com o meu é já me chega
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Temos um amigo que se aproximou de nós.
Nos moramos na ilha de França mas mais para o lado da campanha (tradução aproximativa usual de português que habita em franca). Já a fugir para o norte e da a confusão de pariiiis.
Isto não me venham com merdas mas quem sai aos seus não é de Genebra (ahhahah)
Além de meter mãos à obra para o déménagemento (mais uma) preocupo me se tem comida, se lava e seca a roupa, se nao eu trato disso, se tem cortina na casa de banho, convido para jantar comida caseira pq não deve comer nada com jeito, e é para lavar lavo, aspirar eu aspiro enfim enfim. Vem cá jantar e leva coisas para pequeno almoço, arrumei a roupa dele para não estar em sacos. Fui procurar roupeiro.... etc...
Ele chama-me a mamã.
E a tia dele disse me que estava descansada porque sabia que eu estava por perto e ele já lhe tinha dito que eu não ia deixar faltar nada.
Mas isto incomoda muita gente. A namorada dele entao não pode nem um bocado com isto.
Ora hoje soube que se queixou mais uma vez e ele a mandou à fava porque sou assim é tenho o ajudado coisa que ela não tem feito.
Se eu fosse outra afastava me mas olha acabei de lhe ligar a perguntar se queria jantar carbonara, e como os rapazes estão lá, que ia lá fazer. Ele agradeceu logo e disse para ir o mais rápido possível e que convites assim que nem preciso ligar.
E vou deixar de ser assim porque ela se incomoda? Ah bardamerda. Aprendi assim a ser helicóptero c a minha mãe é a minha avó. Não vou mudar. Até ordens dele, ela que aguente e não chora.
Nos moramos na ilha de França mas mais para o lado da campanha (tradução aproximativa usual de português que habita em franca). Já a fugir para o norte e da a confusão de pariiiis.
Isto não me venham com merdas mas quem sai aos seus não é de Genebra (ahhahah)
Além de meter mãos à obra para o déménagemento (mais uma) preocupo me se tem comida, se lava e seca a roupa, se nao eu trato disso, se tem cortina na casa de banho, convido para jantar comida caseira pq não deve comer nada com jeito, e é para lavar lavo, aspirar eu aspiro enfim enfim. Vem cá jantar e leva coisas para pequeno almoço, arrumei a roupa dele para não estar em sacos. Fui procurar roupeiro.... etc...
Ele chama-me a mamã.
E a tia dele disse me que estava descansada porque sabia que eu estava por perto e ele já lhe tinha dito que eu não ia deixar faltar nada.
Mas isto incomoda muita gente. A namorada dele entao não pode nem um bocado com isto.
Ora hoje soube que se queixou mais uma vez e ele a mandou à fava porque sou assim é tenho o ajudado coisa que ela não tem feito.
Se eu fosse outra afastava me mas olha acabei de lhe ligar a perguntar se queria jantar carbonara, e como os rapazes estão lá, que ia lá fazer. Ele agradeceu logo e disse para ir o mais rápido possível e que convites assim que nem preciso ligar.
E vou deixar de ser assim porque ela se incomoda? Ah bardamerda. Aprendi assim a ser helicóptero c a minha mãe é a minha avó. Não vou mudar. Até ordens dele, ela que aguente e não chora.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
sábado, 26 de dezembro de 2015
Quando tinha 14 anos o que mais queria era a carta de condução. Ser independente. Ir para aonde queria e bem me apetecia. Oh liberdade.
Aos 17 ir para a faculdade. Tirar um curso e fazer me a vida. Adolescência tramada bem misturada com um feitio de merda (herança paterna). Aos 23 acabar o curso e trabalhar ser independente ter o meu cantinho. Aos 24 queria voltar para casa e estar no conforto dos braços da minha mãe e da minha avó. Agora aos 27 quero saúde para mim e para os meus. Tranquilidade e paz. Sabedoria, muita sabedoria para gerir o que me rodeia e persistência para não desistir do que me proponho a mim mesma. Espero não desiludir os que vão acreditando em mim e que me vão dando força.
Aos 17 ir para a faculdade. Tirar um curso e fazer me a vida. Adolescência tramada bem misturada com um feitio de merda (herança paterna). Aos 23 acabar o curso e trabalhar ser independente ter o meu cantinho. Aos 24 queria voltar para casa e estar no conforto dos braços da minha mãe e da minha avó. Agora aos 27 quero saúde para mim e para os meus. Tranquilidade e paz. Sabedoria, muita sabedoria para gerir o que me rodeia e persistência para não desistir do que me proponho a mim mesma. Espero não desiludir os que vão acreditando em mim e que me vão dando força.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Mais um natal.
E é isso, mais um natal.
O meu primeiro natal em franca. Foi em casa de família que tinha acabado de conhecer. Desmancharam os festejos deles para adaptar à minha situação. Foi um natal sem aquele simbolismo de natal. Não custou tanto, é verdade. Sempre que ligava para casa passavam o telefone uns aos outros e diziam me o que faziam e comiam. Vi-os todos mentalmente em casa da minha avó, num slow motion doloroso.
Segundo natal fui a casa. Já não havia crianças. Nem adolescentes nem tonteiras. Começa o dispersar pelas famílias dos namorados e maridos. Sinal que crescemos e nos tornamos adultos.
Terceiro ano foi em franca. Fomos a casa de uns vizinhos portugueses. Festa intimista sobretudo a pensar na Vanessa que era a única criança.
Quarto ano foi com uma família portuguesa. Seis miúdos a perguntarem pelo pai natal.. muitas gargalhadas, música e tonteiras.
Natal não é natal sem que eu chore. No meio de tanto corte de tradições, a única que se mantém é esta!!
E é isso, mais um natal.
O meu primeiro natal em franca. Foi em casa de família que tinha acabado de conhecer. Desmancharam os festejos deles para adaptar à minha situação. Foi um natal sem aquele simbolismo de natal. Não custou tanto, é verdade. Sempre que ligava para casa passavam o telefone uns aos outros e diziam me o que faziam e comiam. Vi-os todos mentalmente em casa da minha avó, num slow motion doloroso.
Segundo natal fui a casa. Já não havia crianças. Nem adolescentes nem tonteiras. Começa o dispersar pelas famílias dos namorados e maridos. Sinal que crescemos e nos tornamos adultos.
Terceiro ano foi em franca. Fomos a casa de uns vizinhos portugueses. Festa intimista sobretudo a pensar na Vanessa que era a única criança.
Quarto ano foi com uma família portuguesa. Seis miúdos a perguntarem pelo pai natal.. muitas gargalhadas, música e tonteiras.
Natal não é natal sem que eu chore. No meio de tanto corte de tradições, a única que se mantém é esta!!
- Vou me levantar dó sofá onde estou a definhar e vou me despachar. Tomar victan e pensar que é um dia como outro qualquer.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
sábado, 12 de dezembro de 2015
Uma amiga foi promovida a inspectora de limpezas. Segundo consta é preciso ser muito dura, organizada e implacável.
Vimos nos o fim de semana passado e ela propôs me ir trabalhar c ela porque há um lugar vago.
E então lembrou se de mim porquê??
Porque diz que eu tenho exatamente essas características.
"Ah bon???"
Seria uma coisa a ponderar. Ganhava mais. Sem chatices maiores. Andava de carro da empresa. Telefone e PC também. Andava sempre toda bem vestida à madame. Então? Não é uma boa ideia? Então eu que já estou a ficar farta do que faço até fiquei a pensar na hipótese.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Andei todo o dia enervada porque a minha mãe é operada amanhã.
Porque ela é operada e eu não estou lá. Só me disse no dia antes de ser internada não me deixando maneira de me organizar para poder ir.
A parvalhona!!!
E agora aqui estou agora distância.
Não é que eu fosse ajudar em alguma coisa. Mas estar lá ia me ajudar a mim. E se alguma coisa correr mal? Quem é que vai ralhar com aquela gente toda? Quem é que vai alertar que ela tem dores ou tem a boca seca??
Não está certo!!!
E estou eu aqui a tomar conta de outros que não me são nada e os meus a precisarem de mim!!
E a minha avó não está cá para me dizer que eu estar ou não estar, não vai mudar nada. Parvalhona também ela, porque não está cá para me dizer que vai correr bem. Ela devia estar a controlar as tropas todas e a contar-me as informações que vai recolhendo.
Porque ela é operada e eu não estou lá. Só me disse no dia antes de ser internada não me deixando maneira de me organizar para poder ir.
A parvalhona!!!
E agora aqui estou agora distância.
Não é que eu fosse ajudar em alguma coisa. Mas estar lá ia me ajudar a mim. E se alguma coisa correr mal? Quem é que vai ralhar com aquela gente toda? Quem é que vai alertar que ela tem dores ou tem a boca seca??
Não está certo!!!
E estou eu aqui a tomar conta de outros que não me são nada e os meus a precisarem de mim!!
E a minha avó não está cá para me dizer que eu estar ou não estar, não vai mudar nada. Parvalhona também ela, porque não está cá para me dizer que vai correr bem. Ela devia estar a controlar as tropas todas e a contar-me as informações que vai recolhendo.
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