sábado, 15 de novembro de 2014

Como se a vida passasse e eu não a vejo. Os dias, meses, estes últimos anos têm passado tipo flecha. 

Se é bem conseguido uau, sabe bem. Se corre mal, fica o sabor ao falhanço, ao insucesso. Se correr muito muito mal a flecha destrói-se e pode mesmo aleijar. Deixa marcas. Assim como o tempo. 

Já me sinto tão marcada, no alto dos meus 26 anos. 


Tantas felicidades e infelicidades. Têm-me feito o que sou hoje. Eu Rita, sou o que tenho vivido. :)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Ronrons. Cabeca aninhada no meu queixo. Patinha à volta do meu pescoço. 
Fofinha da dona :)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014




Mar calmo nunca fez bom marinheiro



Pois é isso.. 

Pensar que são provas da vida. 
Provas que estamos à altura. 
Que crescemos. 
Que nos tornamos melhores e mais fortes.

"A vida" não se devia chamar vida. 
Devia chamar-se "o jogo". 
No fundo a vida troca-nos as voltas.
 Prega-nos rasteiras. 
Um dia estamos a ganhar noutro a perder. 
Tal como um jogo. 



Aprende-se sempre alguma coisa. 
Nem que seja que nada nesta vida é certo e que tudo num dado momento nos pode fugir ao controlo.





[esta do "dado momento" saiu um bocadinho afrancesada, mas não achei nenhuma palavra em português ]


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Oh naaaaoooo. 

Agora são os impostos da casa. Recebi hoje :(

Vou ficar offline durante uns tempos, aí vou vou!!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Estava um sossego tão bom aqui por casa... 
Estava eu encostada nas almofadas com  saco de caroços quentes nas costas, mesmo zen...
Até levar com uma mordida no dedo grande do pé para me acordar para a vida. 

Sacana agora dá-lhe para morder quando é contrariada ou quer chamar a atenção. 
As unhas já foram cortadas hoje porque já arranhava, estou para ver se lhe tenho ainda de tirar os dentes :p

sábado, 27 de setembro de 2014

Ando há anos para partilhar isto.

Nunca percebi do que sou feita, ou se o meu corpo é diferente do corpo dos outros. 
Sinto uma necesside quase fisiológica de chorar. 
Preciso chorar mesmo sem motivo aparente.
Choro porque me apetece chorar e assim desabafo comigo mesma. 
Loucura talvez. 
Ou forma de meditação com soluços como banda sonora e gosto a sal. É um ritual.  
Cada suspiro é um quilo a menos na minha alma.
É um alívio tão grande. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Dois anos de França.



Muita coisa mudou. Espero que muitas mais mudem. Que eu continue a mudar.

Quero e vou voltar um dia para Portugal, mas não será agora. Sempre esse o pensamento.

Poderia escrever o meu descontentamento por ter saído do meu país, o que passei, as lágrimas que chorei, a tristeza que senti... Mas não. Estou em paz comigo mesma por isso não vale a pena.

Passei um dia calmo, sem preocupações, sem o peso do dia. Até à piscina fui depois de tanto tempo.
É um dia importante claro, mas sem negativismo.

Para a frente é que é o caminho, sempre andando e espreitando.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Mais um fim de semana que passou.

 No sábado passei o dia todo na Disney com a tia e os primos do cheri, e claro o cheri. Somos dois apaixonados por aquele mundo. Vibramos que nem parvinhos, sim fazemos mesmo cara de parvos, a ver aquelas atracções. Valha-nos o passaporte anual.
Ando a testar os meus limites. Tenho feito tudo! Sou uma valentona! (Já sai de alguns com dificuldade em andar, tal é a minha descarga de adrenalina, mas isso fica só para nós).
Ficamos pela primeira vez até ao fogo de artifício. Bruuutaaaal! Vamos voltar agora só à noite para ver os fogos e tentar ver mais de perto para não perder pitada.

Cheguei a casa morta. Tanto que se anda e espera em pé.. Filas enormes. É sempre a mesma coisa. Sempre a abarrotar (devem fazer milhões so num dia)

Ontem foi dia de ter amigos em casa. Uns nortenhos muito fixes. Fartamos-nos de rir. São mesmo uns porreiros!

Passou depressa este fim de semana. Passam sempre depressa quando fazemos os que gostamos e estamos com quem gostamos.

Vá agora de volta à realidade, vais bolir à noite que te lixas!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Como é possível uma pessoa se habituar em duas semanas a estar de férias e lhe custar tanto a voltar ao trabalho. Estava capaz de voltar à boa vida. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Realmente às vezes pareço uma parvinha. 

Ontem tive de ligar o computador para fazer um documento em word. 
Ao lado estava o telemóvel porque o chéri me estava a mandar mensagens. 
No outro lado estava o ipad porque uma amiga me estava a mandar msgs no facebook e estava a dar-me jeito ver algumas directrizes sem estar a abrir e fechar páginas da net.
À minha frente a tv a dar um filme qualquer que não segui, mas que fazia barulho.

Olhei à minha volta e pensei como seria possível as pessoas sobreviverem quando não haviam estas preciosidades.




*Só um a parte. Cheguei a casa estafadissima. Jantei, deitei-me a olhar o vazio a ganhar coragem, porque isto de não ter de escrever documentos à muito tempo é uma coisa, mas fazê-lo em francês??  Ontem envelheci 10 anos em duas horas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014



Anda aqui uma pessoa a pagar uma freebox para poder ver as repetições que dão na televisão, e no final das contas depara-se com a indisponibilidade do serviço.

Há dois dias que andamos nisto... Mau mau

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O meu pai




Poderia escrever linhas e linhas sobre o meu pai..

Linhas que me custariam horrores e que custariam ainda mais a outros leitores assíduos do meu blog.

Ele nunca saberia, por isso podia utilizar este meio.

Não sei se existe um número limite de letras para um post, mas também não sei se todas as letras e palavras do mundo chegariam para me ajudar a fazer uma análise do seu comportamento e do meu face ao dele.

Também não sei se seria capaz. Existe em mim uma incapacidade para o fazer. Não quero sequer tentar. Não hoje.

Existem assuntos, situações, momentos, palavras, tons, que nos provocam um misto de sentimentos que colocar em papel não é fácil.

Relacionado com o meu pai nada é fácil.


Podia ter sido tudo, e não foi.
Podia ter tido tudo, e não teve.

É o meu pai. Fez-me a mim e ao meu irmão. E embora ele não saiba foi a melhor coisa que fez na vida. Nem ele sabe a sorte que tem por nos ter. Talvez um dia, mas com o meu pai o óbvio deixa de ser.

Como é possível?!

Tudo deixa de ser coerente, tudo perde a lógica.

Não conheço ninguém com maior capacidade para contar histórias. Aventureiro e desafiador. Não tem medo de nada. Deveria ter sido um homem do mundo, sem raízes. Eterno adolescente com gosto particular para o convívio. Homem de raciocínio lógico e mecânico. Adora resolver enigmas policiais Tem um grande sentido de orientação. Perfeccionista. Minucioso. Picuinhas às vezes. Observador, muito observador...

Passaria horas a descreve-lo. Tem muitas qualidades também, embora por vezes fiquem escondidas no meu julgamento perante o seu comportamento. Se hoje sou o que sou e faço o que faço devo-o também a ele.

É o meu pai e gosto muito dele.


Se tenho pena?? Tanta..