quarta-feira, 15 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Mar calmo nunca fez bom marinheiro
Pois é isso..
Pensar que são provas da vida.
Provas que estamos à altura.
Que crescemos.
Que nos tornamos melhores e mais fortes.
"A vida" não se devia chamar vida.
Devia chamar-se "o jogo".
No fundo a vida troca-nos as voltas.
Prega-nos rasteiras.
Um dia estamos a ganhar noutro a perder.
Tal como um jogo.
Aprende-se sempre alguma coisa.
Nem que seja que nada nesta vida é certo e que tudo num dado momento nos pode fugir ao controlo.
[esta do "dado momento" saiu um bocadinho afrancesada, mas não achei nenhuma palavra em português ]
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Estava um sossego tão bom aqui por casa...
Estava eu encostada nas almofadas com saco de caroços quentes nas costas, mesmo zen...
Até levar com uma mordida no dedo grande do pé para me acordar para a vida.
Sacana agora dá-lhe para morder quando é contrariada ou quer chamar a atenção.
As unhas já foram cortadas hoje porque já arranhava, estou para ver se lhe tenho ainda de tirar os dentes :p
sábado, 27 de setembro de 2014
Ando há anos para partilhar isto.
Nunca percebi do que sou feita, ou se o meu corpo é diferente do corpo dos outros.
Sinto uma necesside quase fisiológica de chorar.
Preciso chorar mesmo sem motivo aparente.
Choro porque me apetece chorar e assim desabafo comigo mesma.
Loucura talvez.
Ou forma de meditação com soluços como banda sonora e gosto a sal. É um ritual.
Cada suspiro é um quilo a menos na minha alma.
É um alívio tão grande.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Dois anos de França.
Muita coisa mudou. Espero que muitas mais mudem. Que eu continue a mudar.
Quero e vou voltar um dia para Portugal, mas não será agora. Sempre esse o pensamento.
Poderia escrever o meu descontentamento por ter saído do meu país, o que passei, as lágrimas que chorei, a tristeza que senti... Mas não. Estou em paz comigo mesma por isso não vale a pena.
Passei um dia calmo, sem preocupações, sem o peso do dia. Até à piscina fui depois de tanto tempo.
É um dia importante claro, mas sem negativismo.
Para a frente é que é o caminho, sempre andando e espreitando.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Mais um fim de semana que passou.
No sábado passei o dia todo na Disney com a tia e os primos do cheri, e claro o cheri. Somos dois apaixonados por aquele mundo. Vibramos que nem parvinhos, sim fazemos mesmo cara de parvos, a ver aquelas atracções. Valha-nos o passaporte anual.
Ando a testar os meus limites. Tenho feito tudo! Sou uma valentona! (Já sai de alguns com dificuldade em andar, tal é a minha descarga de adrenalina, mas isso fica só para nós).
Ficamos pela primeira vez até ao fogo de artifício. Bruuutaaaal! Vamos voltar agora só à noite para ver os fogos e tentar ver mais de perto para não perder pitada.
Cheguei a casa morta. Tanto que se anda e espera em pé.. Filas enormes. É sempre a mesma coisa. Sempre a abarrotar (devem fazer milhões so num dia)
Ontem foi dia de ter amigos em casa. Uns nortenhos muito fixes. Fartamos-nos de rir. São mesmo uns porreiros!
Passou depressa este fim de semana. Passam sempre depressa quando fazemos os que gostamos e estamos com quem gostamos.
Vá agora de volta à realidade, vais bolir à noite que te lixas!!!
No sábado passei o dia todo na Disney com a tia e os primos do cheri, e claro o cheri. Somos dois apaixonados por aquele mundo. Vibramos que nem parvinhos, sim fazemos mesmo cara de parvos, a ver aquelas atracções. Valha-nos o passaporte anual.
Ando a testar os meus limites. Tenho feito tudo! Sou uma valentona! (Já sai de alguns com dificuldade em andar, tal é a minha descarga de adrenalina, mas isso fica só para nós).
Ficamos pela primeira vez até ao fogo de artifício. Bruuutaaaal! Vamos voltar agora só à noite para ver os fogos e tentar ver mais de perto para não perder pitada.
Cheguei a casa morta. Tanto que se anda e espera em pé.. Filas enormes. É sempre a mesma coisa. Sempre a abarrotar (devem fazer milhões so num dia)
Ontem foi dia de ter amigos em casa. Uns nortenhos muito fixes. Fartamos-nos de rir. São mesmo uns porreiros!
Passou depressa este fim de semana. Passam sempre depressa quando fazemos os que gostamos e estamos com quem gostamos.
Vá agora de volta à realidade, vais bolir à noite que te lixas!!!
terça-feira, 9 de setembro de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Realmente às vezes pareço uma parvinha.
Ontem tive de ligar o computador para fazer um documento em word.
Ao lado estava o telemóvel porque o chéri me estava a mandar mensagens.
No outro lado estava o ipad porque uma amiga me estava a mandar msgs no facebook e estava a dar-me jeito ver algumas directrizes sem estar a abrir e fechar páginas da net.
À minha frente a tv a dar um filme qualquer que não segui, mas que fazia barulho.
Olhei à minha volta e pensei como seria possível as pessoas sobreviverem quando não haviam estas preciosidades.
*Só um a parte. Cheguei a casa estafadissima. Jantei, deitei-me a olhar o vazio a ganhar coragem, porque isto de não ter de escrever documentos à muito tempo é uma coisa, mas fazê-lo em francês?? Ontem envelheci 10 anos em duas horas.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
O meu pai
Poderia escrever linhas e linhas sobre o meu pai..
Linhas que me custariam horrores e que custariam ainda mais a outros leitores assíduos do meu blog.
Ele nunca saberia, por isso podia utilizar este meio.
Não sei se existe um número limite de letras para um post, mas também não sei se todas as letras e palavras do mundo chegariam para me ajudar a fazer uma análise do seu comportamento e do meu face ao dele.
Também não sei se seria capaz. Existe em mim uma incapacidade para o fazer. Não quero sequer tentar. Não hoje.
Existem assuntos, situações, momentos, palavras, tons, que nos provocam um misto de sentimentos que colocar em papel não é fácil.
Relacionado com o meu pai nada é fácil.
Podia ter sido tudo, e não foi.
Podia ter tido tudo, e não teve.
É o meu pai. Fez-me a mim e ao meu irmão. E embora ele não saiba foi a melhor coisa que fez na vida. Nem ele sabe a sorte que tem por nos ter. Talvez um dia, mas com o meu pai o óbvio deixa de ser.
Como é possível?!
Tudo deixa de ser coerente, tudo perde a lógica.
Não conheço ninguém com maior capacidade para contar histórias. Aventureiro e desafiador. Não tem medo de nada. Deveria ter sido um homem do mundo, sem raízes. Eterno adolescente com gosto particular para o convívio. Homem de raciocínio lógico e mecânico. Adora resolver enigmas policiais Tem um grande sentido de orientação. Perfeccionista. Minucioso. Picuinhas às vezes. Observador, muito observador...
Passaria horas a descreve-lo. Tem muitas qualidades também, embora por vezes fiquem escondidas no meu julgamento perante o seu comportamento. Se hoje sou o que sou e faço o que faço devo-o também a ele.
É o meu pai e gosto muito dele.
Se tenho pena?? Tanta..
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Joyeux anniversaire
Fazes anos hoje e é o segundo ano que passamos o teu aniversário (e o meu) a tantos km de distância.
Os anos têm passado e a vida não tem sido generosa.
Prova atrás de prova.
Entrave atrás de entrave.
Dificuldades atrás de dificuldades.
Ultrapassas tudo com uma sabedoria e inteligência invejável. Consegues resolver situações com uma perícia eximia. Tens um sentido de humor, mesmo quando a vida não te da vontade de rir, que nem todos percebem. Atrás daquela cara fechada, dura e por vezes antipática, esconde-se a melhor mãe do mundo, a melhor amiga que alguém pode imaginar ter.
Gostava de chegar aqui e escrever coisas bonitas como as que escreves. Capaz de deixar toda a gente boquiaberta com a facilidade com que brincas com palavras.
Tem um dia calmo, sereno, sem preocupações nem arrelias. Acredito que a vida há-de melhorar. Melhores dias virão e com mais luz. Não me parece que com mais dinheiro, mas olha, que haja saúde. Isso sim.
Beijinho grande
Tua filha, sempre
*Eu este ano pela primeira vez na vida passei um dia de aniversário que não chorei. Eu sei que é a nossa tradição. Mas este ano não chores.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Hoje deu-me para isto.
Confesso que estou desejosa de voltar a Portugal.
Tenho saudades de um dia inteiro a praiar.
Saudades daqueles dias de calor e refugiar-me em casa da minha avó, e lá dormir uma bela sesta no sofá. Aquele sofá velho, com molas partidas, desengonçado.
Saudades de ir beber um café e ficar sentada numa mesa a conversar horas.
Saudades de ouvir só falar português e ligar a tv e estar a passar um filme inglês.
Saudades do peixe grelhado e das saladas de tomate e pimento grelhado.
Saudades de um bom bitoque.
Saudades daquele café que se faz em casa da minha avó, café das velhas, do qual não acho muita piada mas bebo porque ficou esse hábito.
Saudades de acordar com o meu pai a tossir, a minha mãe a preparar peq. almoço na cozinha a abrir e fechar portas, o meu irmão a bater os calcanhares no chão e a minha tia a abrir a janela do quarto dela.
Saudades dos galos de madugada.
E há uma coisa que não sei porque sinto saudades. O cheiro a frango assado no forno com limão.
Do homem que vende peixe não tenho saudades nem daquelas chatas que vão falar para baixo da minha casa.
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