sexta-feira, 1 de maio de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Sabem quando estamos cansados porque no dia anterior acordamos muito cedo (tipo 5 da manhã para entrar as 8), trabalhámos 12h seguidas, chegamos a casa e morremos para a vida, na esperança de no dia seguinte acordar ao meio dia?? Bem não aconteceu. Acordei as 3h, as 8h e as 9h. Até que me levantei e aqui ando. Eu merecia dormir muuuuitas horas seguidas.
segunda-feira, 23 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Enxoto pensamentos.
Apago as luzes da memória.
Fecho a porta às lembranças.
Fecho os olhos e abano a cabeça como um pensamento ruim, que teima não querer ir embora. E às vezes vai.
Tenho medo,ao mesmo tempo, de esquecer. E isso também não quero.
Resta apenas o cansaço de um corpo que se esforça por não pensar demasiado, dando importância a insignificâncias da vida e a planos que outrora não interessariam, como distracção..
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Devia ter aí os meus cinco ou talvez seis anos e a minha avó caiu. Caiu porque tropeçou à entrada do barracão da minha tia no sítio onde se encaixam no chão as tranças do portão.
Lembro-me que caiu e ficou sentada no chão a rir a gargalhada, embora eu tenha ficado em pé a chorar.
Perguntou-me porque chorava, e eu respondi que chorava porque a avo caiu.
Sempre assim, com aquelas gargalhadas e com sentido de humor. Ria com facilidade e via tudo com positivismo.
Sempre me lembro de a ter como um ser frágil, de vidro mesmo.
Deambulava com as canadianas que mais tarde deram lugar ao andarilho e posteriormente à cadeira de rodas.
Malditas pernas. Era mulher para ter feito kms se a tivessem deixado.
Dizia que nos sonhos dela nunca tinha dores nem dificuldade a andar. Que se mexia bem.
Espero que esteja ela onde estiver esteja a lavar roupa no rio, como fizera outrora , ou talvez num baile a dançar uma "moda".
Falo dela com naturalidade. Pelo menos tento. Fica sempre um vazio, mas sorrio porque penso que ela assim o iria desejar.
As minhas conquistas eram partilhadas todos os dias. E agora penso que não as partilharei mais com ela.
Recordo histórias e dizeres.
Relembro na minha cabeça momentos nossos. Conversas nossas que mais ninguém sabia. Que agora, só mesmo na minha cabeça, nunca mais serão repetidas.
Dou por mim a rezar, coisa que raramente fazia. Agora faz-me sentido, seja lá porque motivo for alivia-me fazê-lo.
Não me sinto zangada com ninguém, nem mesmo com Deus que me levou a minha segunda mãe. Conforto-me na ideia que ele não a fez sofrer, que foi serena, como se estivesse a adormecer.
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Já tenho tantas saudades...
Hoje liguei-lhe. Liguei porque lhe ia dizer que cheguei ao aeroporto e que estava à espera para fazer o check in. Mas foi ter à caixa postal e só aí percebi o meu engano.
Não apaguei o número, não consegui.
Tenho esperança que este vazio se preencha, que esta dor passe e que as minhas lágrimas sequem.
Oh Pascoala... Como me chamava, faz-me tanta falta...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Não há nada pior, nesta merda de estar longe, que saber que há alguém que não está bem, e ter de se ficar à espera de acontece alguma coisa ou não, esta indecisão do vou ou não vou.
Será que se tivesse optado por ter ficado seria diferente?
"Gosto dos meus netos todos igual, mas tu tiveste um investimento diferente dos outros" disse-me da última vez que fui à casa.
Preferia que não tivesse sido. Preferia ter sido mais distante. Agora era tudo diferente. Se calhar não sentia tanto este medo de a perder.
Digo isto, mas é mentira. Não o sinto.
E mãe, no dia em que fores tu, largo tudo e vou para aí.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Para nao esquecer
Numa ida ao hospital, com direito a ambulância é tudo, a D. Amelia, minha avó, apresentava uma dispneia e farfalheira importante, acrescentado aos sinais óbvios de constipação. Na idade dela, com todos os medos de complicações inerentes ao estado dela, ir ao hospital só em último recurso, mas naquele dia justificava-se.
Na ambulancia:
pergunta: tem dores?
Resposta: agora dores dores não tenho. Mas isto aqui a apertar está a aleijar-me um bocadinho.
(Aparelho de tensão)
Pergunta: tem dificuldade em respirar?
Resposta: não agora sentada nao, as panelas de pressão até pararam de apitar
No hospital:
Pergunta: tem farfalheira?
Resposta: tenho tido aqui uns pintos fazer barulho tenho.
Pergunta: e febre?
Resposta: isso quando tenho nota-se logo, pareço um malhão
E pronto fartei-me de rir... E ela pôs todos a rir a volta dela, como sempre :)
sábado, 24 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Estou cansada.
Passei esta época de festas sem me aperceber muito bem.
A véspera de Natal foi a correr porque trabalhava no dia seguinte.
No 25 trabalhei o dia todo, no domingo seguinte igual.
Trabalhei na terça.
A quarta foi o dia todo a preparação do réveillon e, claro o réveillon. Deitei-me de manhã, acordei ao fim da tarde. Já não tenho pedalada para estas noitadas com passagem pela discoteca. Não tenho pedalada nem nunca tive o hábito.
Voltei a trabalhar sábado. Sai no domingo.
Almoço em casa de amigos que se prolongou até ao jantar.
Hoje estou aqui, meia atordoada com o meu sono em atraso e uma grande falta de vontade de trabalhar amanhã.
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